Zelensky critica Rússia e diz que Ucrânia "não é um campo de testes"
O Presidente ucraniano, Volodymir Zelensky, reiterou este domingo o apelo aos países ocidentais, para que forneçam mais sistemas de defesa antiaérea ao país, após a última semana ter sido marcada por fortes bombardeamentos russos.
© Oleg Palchyk/Global Images Ukraine via Getty Images
Mundo Guerra na Ucrânia
"Na última semana, a Rússia lançou mais de 800 bombas aéreas guiadas, uns 460 'drones' suicidas e mais de 20 mísseis de diversos tipos contra a Ucrânia e o nosso povo", denunciou Zelensky, no seu habitual balanço semanal referente aos ataques russos, publicado nas redes sociais X (antigo Twitter) e Instagram.
O Presidente ucraniano sublinhou ainda que a Ucrânia "não é um campo de testes de armamento", mas sim um Estado soberano e independente.
"No entanto, a Rússia persiste na tentativa de destruir o nosso povo, semear o medo e o pânico, e enfraquecer-nos", frisou.
Por isso, "a Ucrânia necessita de mais sistemas de defesa antiaérea", enfatizou.
Zelensky sublinhou ainda que a sua equipa está a trabalhar ativamente com os seus parceiros, tendo em vista "reforçar a proteção" dos céus, considerando que "é absolutamente crítico".
A Rússia anunciou na quinta-feira que Moscovo lançou pela primeira vez um míssil balístico hipersónico Oreshnik contra uma fábrica de armas na região de Dnipro, no leste da Ucrânia.
A Rússia invadiu a Ucrânia em fevereiro de 2022, para "desmilitarizar e desnazificar" o país vizinho.
Cerca de três anos depois, o balanço de baixas civis e militares da guerra está por contabilizar, mas diversas fontes, incluindo a ONU, têm admitido que serão muito elevadas.
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